quarta-feira, 14 de abril de 2010
desenvolvimento - parte II
o puf continuou a sua busca. enquanto caminhava, sentiu algo que o fez vibrar. olhou em volta, procurando por alguma coisa que se mexesse, algum amor que o tivesse empurrado e se tivesse escondido. não encontrou nada e pensou ter sido engano; continuou a caminhada. de novo, sentiu a vibração, desta vez com mais força. procurou incessantemente pelos arbustos, nas pedras, nas casas, nada. desistiu de procurar mais e quando deu o próximo passo, foi empurrado com tal força que rebolou na rua. "que estranho!", pensou, "como é que algo consegue ser tão rápido e omnipresente?". com tal descrição, só podia ser o amor. levantou-se e andou mais para ver se o amor lhe tocava novamente. desta vez, só sentiu um leve toque, mas como estava já pronto para o apanhar, virou-se e gritou. naturalmente, não havia nada. decidiu então ir ao café mais próximo e perguntar o que raio era aquilo. então lá foi e a resposta que recebeu foi: "o quê, isso na rua que lhe toca cada vez que anda e não o vê? vê-se mesmo que nunca saiu de casa no inverno. é o vento, ora bolas!". oh, sim, o puf já tinha ouvido falar do vento. como pôde ser tão parvo e não se lembrar de tal coisa? decidiu então que não deveria procurar por um toque porque o amor não podia ser algo tão vulgar como uma coisa que toca.
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claro q sim, mary, já sabes que és a minha vida, não é necessário insistir.. ahah
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